Marina Abramović – Art must be beautiful!

Marina Abramović (Pronunciado “Abramovitch”) é natural de Belgrado, Iugoslávia. Iniciou sua carreira como artista e performer no início dos anos 70, quando estudou na Academia de Belas Artes.

Pioneira no uso da performance como uma forma de arte visual, a artista sempre usou o corpo como tema e sua mídia.

Explorou os limites físicos e mentais de seu ser, suportou a dor, a exaustão e o perigo, na busca da transformação emocional e espiritual, com performances, som, fotografia, vídeo, escultura.

Seu trabalho figura em numerosas coleções públicas e privadas, além de contar com participações nas mais renomadas mostras de arte internacionais.

Marina é a mais importante performer atual. Ativa por três decadas, ela recentemente começou a se descrever como a “Avó da arte da performance”.

Marina já ficou nua; riscou um pentagrama em volta de seu umbigo com uma faca; permitiu que as pessoas usassem objetos como bem entendessem em seu corpo durante seis horas; ficou nua de novo, dessa vez deitada com um esqueleto; andou por 2.500 quilômetros da Muralha da China para dar fim a um relacionamento; passou três meses indo a um museu para simplesmente se sentar numa cadeira durante todo o dia e observar quem se sentasse em frente a ela; e se despiu por três, quatro, cinco, quantas vezes fosse preciso para sua obra.

O trabalho da Abramović explora a relação entre o performer e o público, os limites do corpo, e as possibilidades da mente.

Neste ano foi apresentado em Berlim o documentário sobre sua vida realizado por  Mathew Akers “Marina Abramovic — The artist is present” (“A artista está presente”)

O filme revela detalhes da rotina e das motivações de seu trabalho, tendo como ponto de partida a famosa exposição “The artist is present”, que Marina apresentou no Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York em 2010. Foi quando se sentou na cadeira para se comunicar sem palavras com os espectadores, além de reunir outros artistas para recriar algumas de suas apresentações mais famosas, como a “Imponderabilia”, de 1977, em que ela e seu então namorado, o artista alemão Ulay, ficavam nus numa porta, para que as pessoas passassem por entre eles.

No site Canal Contemporâneo, tem uma entrevista (originalmente publicada no jornal “O Globo”,em que a artista fala sobre o filme e suas obras, vale a pena ler.

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