“Orixás – Do Orum ao Ayê”

Olá, meu nome é Caio Majado, sou professor da ABRA PINHEIROS e acabei de lançar o HQ “Orixás – Do Orum ao Ayê” pela editora Marco Zero.

 

Tudo começou quando eu e o Alex Mir (que é o roteirista) nos conhecemos no lançamento da HQ “Conseqüências” que lancei em agosto de 2008. Ele me convidou para participar de uma série que ele estava escrevendo chamada “Defensores da Pátria” que seria arte-finalizada pelo Omar Viñole.

 

Nesta série, existia um personagem chamado Ogum, baseado no Deus Orixá de mesmo nome. O Alex decidiu pesquisar sobre os Orixás para ter um background mais interessante para o personagem e acabou se envolvendo na mitologia.  E devido a este envolvimento, fechou um contrato com a revista “Orixás” ( editora Minuano ), no qual para cada número da revista haveria uma história sobre alguma lenda Orixá.

 

Quando o governo do Estado de São Paulo abriu vagas pelo Proac – Plano de incentivo a cultura, no ano de 2009, resolvemos participar com este projeto. Fomos contemplados e tivemos 8 meses para entregar um álbum de 80 páginas! Como fiz muitos trabalhos de ilustração para a editora Nobel, conseguimos uma parceria com o selo infanto-juvenil deles, Marco Zero, o que se traduziu em uma “parceria de ouro”.

O álbum é inteiramente escrito pelo Alex Mir, desenhado por mim (Caio Majado), arte finalizado e colorido pelo Omar Viñole e conta 3 lendas separadas em 5 capitulos sobre a criação do céu e da terra pelos Orixás, totalmente baseado nas lendas originais. E tem mais: o álbum não é apenas para o entretenimento, ele foi pensado inteiramente como material de estudos.

Possui 80 páginas coloridas, capa cartonada com verniz vazado, custa R$19,90 e pode ser encontrado em qualquer livraria do país!

 

Neste site AQUI tem um vídeo bem bacana sobre o trabalho, assista!

Grande abraço,

Caio

8 respostas em ““Orixás – Do Orum ao Ayê”

  1. Tô DOIDA pela HQ!!! Quero muito! Tá na minha lista! A ilustração é LINDÍSSIMA! Quem dera meus livros pudessem ser ilustrados por vocês! (se eu tivesse dinheiro suficiente, eu pagava! Valorizo mesmo, mas sou pobre hehehehehe)

  2. Para um boa entendor meia palavra basta não é mesmo. Por que vou comprar uma revista repleta de erros. Querer enaltecer um trabalho não precisa muito como também de pouco. A Revista Orixas – Candomblé e Umbanda obtém um site que dá o direito a todos de deixarem suas opiniões. Para conhecer um pouco sobre os “mitos africanos” faça uma visita a Salvador e procure o Museu do Pierre Verger.
    A dúvida maior e opinar qual é o valor de cada um.

    Dalton Patriota

    • Oi Gabriel, tudo bem? Sim ,todas as críticas são bem vindas! Passamos seu comentário ao Caio para que ele tenha oportunidade de respondê-lo pessoalmente. A resposta será publicada juntamente com a crítica. Muito obrigada por nos acompanhar aqui no blog, continue opinando sobre as matérias, e se quiser sugerir alguma, fique a vontade. Abraços.

  3. Caro Caio, parabéns pelo seu trabalho, mas sua obra, em relação aos desenhos, é pouco fidedigna. Vamos lá. Antes de tudo, Oxalá é idoso, deveria ter barba e cabelos brancos, além de usar uma túnica, não calças. Ou melhor, orixás não usam calças. Eu sugiro FORTEMENTE que você pesquise na obra “Cultura iorubá: costumes e tradições”, de Maria Inez Couto Almeida Ifatosin. Lá você terá ciência dos costumes do povo iorubá, inclusive sua maneira de vestir-se. Aí está outro ponto fraco da sua revista: o vestuário dos personagens. Sinceramente, não parecem africanos, nem de longe.
    Outro puxão de orelha: a parceria com a Minuano foi uma péssima escolha, pois as revistas de orixás desta editora são horríveis. São ruins por causa dos erros de ortografia e de pontuação aberrantes. Tenho várias números da revista mas parei de comprá-los. Meu Deus, parece que na Minuano não existem revisores de texto!
    Bom, espero que você e a equipe aceitem bem minhas críticas. Abraço. Gabriel.

    • “Oi Gabriel, tudo bem?

      Recebi esse e-mail seu, logo abaixo, e resolvi te responder no seu e-mail pessoal. Espero não ter problemas.

      Vamos, lá: O verdadeiro criador da obra é o escritor Alex Mir, que com certeza conhece muito mais o mito dos Orixás do que eu. Tenho certeza que haverão vários problemas conceituais, que neste caso entra na minha parte. Não darei desculpas, tive muita dificuldade para encontrar vestes africanas, mas também caimos em uma grande armadilha!
      Como posso afirmar que os Orixás utilizam vestes africanas típica, se a história que contamos é antes da criação dos homens? A princípio queria colocar todos os deuses pelados, mas o Alex decidiu que deveriam ter roupas pela faixa etária que queriamos, no caso, livre! Concordei e fui em busca de referências, das quais achei muito difícil, então optei pelas referências de ilustrações mais comuns dos Orixás, onde são utilizadas no camdomblé e na umbanda. Resolvemos deixa-los (os Orixás) mais “super-heróicos” para mostrar imponência e o resto foi meu livre arbitrio de co-criador da obra.

      Sobre a Minuano, há muito tempo que não publicamos por lá, atrasam demais o pagamento, mas também, não sou conhecedor assíduo do assunto, então nesse quesito não vou conseguir entrar nesse mérito, realmente não conheço e não lia muito a revista.

      Nossa intensão foi trazer novos leitores e desmistificar os “mitos africanos”, de uma maneira simples e fácil, acredito que você possa acrescentar muito a nossa pesquisa.

      Muito obrigado pela critica e espero melhorar muito no futuro.
      Grande abraço.
      Caio Majado”

      É isso!
      Abs.
      Caio

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